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Portugal prepara uma candidatura conjunta com Espanha e já reservou até 200 milhões de euros para comprar capacidade de computação, caso o projeto seja escolhido. A União Europeia abriu esta quinta-feira o concurso para instalar até sete “gigafábricas” de inteligência artificial. Estas instalações terão uma escala muito superior à dos centros de dados convencionais. Vão reunir milhares de processadores avançados, sistemas de armazenamento, redes de alta velocidade e serviços de computação na nuvem. O objetivo é criar na Europa capacidade para treinar e executar os modelos de IA mais exigentes, reduzindo a dependência de infraestruturas estrangeiras. Bruxelas espera mobilizar mais